27 maio 2012

OUTROS PATRIMÓNIOS

Há dias fomos até Montemor-o-Velho. O Castelo está bonito, espaços limpos e cuidados.










Igreja da Alcáçova:
























Fotos © J. Moedas Duarte

22 maio 2012

TRILHO DOS DINOSSAUROS DE TORRES VEDRAS?



Na colina fronteira às Termas dos Cucos, na face virada a norte, foi descoberto em 1996 um trilho de pegadas de dinossauro. Entretanto, depois de observação de especialistas, levantaram-se dúvidas sobre a sua caracterização rigorosa. Enquanto aguardamos uma conclusão fiável, vamos visitando o lugar, magnífico, com belas perspetivas sobre os arredores de Torres Vedras.
Andámos por lá no passado domingo, 20 de maio, numa iniciativa do Académico de Torres Vedras e trouxemos estes bonecos.













A aproximação mais acessível à lage das pegadas faz-se pelo Bairro Arenes. Junto ao restaurante Ferro o Bico vira-se para a direita e sobe-se a rua íngreme até ao fim do alcatrão. Depois é seguir pelo caminho de terra.
Recordamos que em Torres Vedras existe uma Associação Científica que se dedica ao estudo da Paleontologia. Endereço web: http://www.alt-shn.org/

17 maio 2012

Mosteiro de Santa-Clara-a-Nova revela fragilidades

 Santa Clara-a-Nova



Santa Clara-a-Velha (ao fundo, nas duas fotos, Santa Clara-a-Nova)


Infelizmente, esta é a realidade que temos.
Dia 3 contamos estar em Coimbra, para visitar os dois edifícios de Santa Clara: "a-Velha", recentemente restaurado; e "a-Nova", que está em risco
Ver aqui:
Mosteiro de Santa-Clara-a-Nova revela fragilidades: em Coimbra

15 maio 2012

PASSEIO CULTURAL - 2/3 junho - Penacova e Coimbra


CONVITE 

Penacova, Penedo do Castro

Santa Clara a Velha - Coimbra

Aos sócios e amigos do Património de Torres Vedras

Vamos realizar o nosso PASSEIO CULTURAL anual nos próximos dias 2 e 3 de junho. Para o efeito solicitámos a colaboração da INALVA – Agência de Viagens, empresa com a qual encetámos uma parceria para a realização de Rotas Turísticas dedicadas ao nosso Património.

Assim, pomos à vossa consideração o PROGRAMA  que juntamos em anexo,  sugerido por nós, o qual abrange dois destinos muito bonitos e ricos de potencialidades histórico-culturais: Penacova e Coimbra.

O primeiro, Penacova, no dia 2, com visitas guiadas ao Mosteiro do Lorvão; conjunto monumental dos moinhos de Gavinhos; Moinho de Vitorino Nemésio, na Portela de Oliveira; Penedo do Castro; panoramas da Pérgula e Mirante Emídio Correia.

O segundo, Coimbra, no dia 3, parecerá talvez mais conhecido, mas estamos certos de que há razões para uma redescoberta valiosa. Referimo-nos ao Convento de Santa Clara a Velha, que nos habituámos a ver soterrado em lama nas margens do Mondego. Recentemente reaberto ao público, depois de alguns anos de restauro, é uma peça magnífica da nossa arquitetura medieval. Esta redescoberta de Santa Clara a Velha permite-nos olhar com outra perspetiva o Convento de Santa Clara a Nova, situado um pouco mais acima e onde se encontra o túmulo da Rainha Santa Isabel.

Este será o itinerário para a manhã de domingo. De tarde, depois de almoço livre, visitaremos:

·  O  CRIPTOPÓRTICO ROMANO, situado por baixo do Museu Machado de Castro, uma estrutura arquitetónica surpreendente e que pouca gente conhece.

·  A Sé Nova  e a Sé Velha, dois momentos arquitetónicos de grande significado da  História de Arte Portuguesa.





Criptopórtico de Coimbra

07 maio 2012

MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO - Último debate


CONVITE À PARTICIPAÇÃO DE TODOS OS QUE SE PREOCUPAM COM A DECADÊNCIA DO CENTRO HISTÓRICO DE TORRES VEDRAS


- Economia e Inovação Social  
Ciclo "Mais Vida no Centro Histórico"


12 Maio Sábado 16 H 



 AUDITÓRIO MUNICIPAL (Av. 5 de Outubro) 



Neste último debate, que encerra o ciclo "Mais Vida no Centro Histórico", o tema a debater será o mais relevante para os comerciantes e outros agentes económicos e sociais sediados no Centro Histórico. As dificuldades sentidas pelo comércio de proximidade geram efeitos nefastos no seu contexto urbano, como o encerramento de lojas e serviços, o aumento do desemprego ou a desertificação do território.
Importa por isso identificar os problemas e pensar em soluções estratégicas e sustentáveis.

Por outro lado, para além das formas tradicionais de empreendedorismo, devemos estar atentos e reconhecer outras possibilidades de criação de valor, designadamente através da Economia Social.

Para facilitar a reflexão em torno destas questões e articular possíveis estratégias que permitam revitalizar a economia local e assim contribuir também para trazer mais vida ao nosso Centro Histórico, estarão presentes:

Armando Fernandes (Consultor de Negócios)

Mário Reis (Presidente da Direcção da ACIRO) 
http://www.aciro.pt/

Francisco Rodrigues (Gestor) 
http://maisvaletardedoquenunca.blogspot.pt/  




+ INFO: http://patrimoniodetorresvedras.blogspot.pt/p/mais-vida-no-centro-historico.html 
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30 abril 2012

QUINTA DA MESSEJANA - Capela de Nª Srª da Conceição


Situada à saída da Aldeia Grande, povoação da freguesia do Maxial, concelho de Torres Vedras, a Quinta da Messejana tem uma pequena capela dedicada a Nª Srª da Conceição. É uma peça de encantador traço rústico, com a sua galilé alpendrada, sob a qual se abre a porta axial de traçado setecentista.
(Fotos © Associação do Património de Torres Vedras)






 O interior é muito simples, como se vê na foto 
tirada através das grades de uma das janelinhas laterais.



 A quinta está à venda, conforme vimos em anúncio perto deste portão de entrada


Edifício da quinta, atrás do qual se situa a capelinha. 

23 abril 2012

MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO - NOVO DEBATE


Recordamos o CICLO DE DEBATES sobre MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO que a Associação do Património de Torres Vedras tem vindo a realizar no Auditório Municipal ( Av. 5 de outubro, Torres Vedras), às 16H00.

O próximo, sobre ARQUITETURA E URBANISMO, será no sábado, 28 de Abril e contará com a presença de um reputado especialista em assuntos relacionados com a vivência urbana, o Prof. João Seixas, e de um arquiteto local a convidar.



                                     28 Abril | Arquitectura e Urbanismo                       
 
                                                                         

 
De que modo a Arquitectura contribui para uma vivência mais plena do Centro Histórico ? Qual o impacto dos projectos de requalificação (obras) do "Torres ao Centro" no casco antigo da cidade? De que modo o planeamento urbanístico pode contribuir para a revitalização da zona e da cidade ? 

Estas são algumas questões de partida que visam debater as relações entre o edificado e as pessoas, entre os espaços e os projectos, num território que se pretende cada vez mais vivido, mais participado e partilhado.  

João Seixas (geógrafo e  urbanista) é orador convidado para debater e apresentar novas visões do urbanismo e das cidades do séc. XXI.

João Seixas é doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona e em Sociologia do Território e do Ambiente pelo ISCTE, com uma tese em torno da governação contemporânea das cidades europeias, com o enfoque analítico na cidade de Lisboa. Licenciado em Economia (UCP, 1989), Mestre em Urban and Regional Planning (London School of Economics and Political Science, 1997).

 «Face à crise, a cidade deve ser estratégica. Governando de forma atenta e pensada, pouco afeita a “vaipes” populistas. Com um verdadeiro planeamento, técnico só depois de estratégico. Sabendo que se vive numa era de transição, com muita desorientação. E, como tal, defendendo princípios sólidos a todo custo: o direito à cidade, ao habitat, à mobilidade, à inclusão social, ao consumo sustentável, ao ambiente, ao empreendedorismo local. Este “a todo custo” não é custo, é investimento. Bem feito, será altamente recompensador no futuro.
Perante a crise, a cidade deve ser democrática. Feita com as pessoas e para as pessoas – de longe o seu maior recurso – retro-alimentando a qualidade de vida e a esperança. Sabendo que o futuro só se fará com a sociedade, não longe dela ou contra ela. Com auscultação, participação e inteligência dialéctica. Com processos como os orçamentos participativos, a Agenda Local XXI, os conselhos de bairro e de cidade. Construindo um urbanismo participativo e de proximidade. Construindo compromissos (diferentes de consensos, palavra sonsa) o que implica ganhos e cadências e, sobretudo, implica responsabilidade para as diferentes partes.»
  
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