Um Colóquio oportuno. Lá estaremos:
29 janeiro 2011
28 janeiro 2011
ASSEMBLEIA GERAL
Vai realizar-se no dia 28 de Janeiro a Assembleia Geral ordinária da ADDPCTV, para apresentar o Relatório e Contas relativas a 2010 e eleger os Corpos gerentes para o Biénio 2011 / 2013.
A Assembleia será na Sala do 1º andar do Hotel Império, às 21.30h, e será precedida de um jantar de confraternização entre os sócios que para ele se inscreveram.
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Assembleia Geral da ADDPCTV
10 janeiro 2011
O PATRIMÓNIO NÃO PODE SER SÓ O CHAFARIZ DOS CANOS
Com este título o Suplemento do BADALADAS "Vinho e Outras Coisas", de 7 de Janeiro, chamou a atenção para outros aspectos da defesa do Património. Porque entendemos a intenção do autor, José Carvalho - que é também o coordenador do referido Suplemento - e concordamos com o seu conteúdo, transcrevêmo-lo aqui na íntegra:
*
O ponto de partida deste texto foi a reportagem do jornal BADALADAS de 24 de Dezembro de 2010 que reproduzimos em imagem scanizada:
O vasto e variado Património espalhado pelo nosso concelho é uma das nossas preocupações. Não o temos referido porque o grupo de trabalho é muito pequeno e não conseguimos chegar até onde gostaríamos. Há um vasto campo de acção, a começar por levantamentos fotográficos actualizados e de qualidade, inventariação e catalogação dos espécimes, passos iniciais necessários para a preservação. Já há coisas feitas nesse campo, mas falta uma coordenação geral e articulada com os poderes autárquicos.
O PATRIMÓNIO NÃO PODE SER SÓ O CHAFARIZ DOS CANOS
«O título pode induzir em erro, mas não é nossa intenção emitir opinião contrária ao anúncio efectuado por Carlos Bernardes, vice-presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, formulado no encontro promovido pela Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras, nos primeiros dias do passado mês de Dezembro. No qual foi anunciado o lançamento do concurso por parte da Câmara Municipal, ainda naquele mês, para a recuperação não só do chafariz mas também de toda a zona do largo infante Dom Henrique, com um orçamento de 360 mil euros.
Com certeza que se concorda com a requalificação desse monumento, que juntamente com o aqueduto são ímpares na cidade de Torres Vedras e fazemos votos para que a obra cumpra os prazos previstos e que no futuro seja um local digno de encontro dos torrienses e dos que nos visitam. Mas também gostaríamos que os organismos públicos, apoiados por professores, historiadores, intelectuais e a tão necessária opinião pública dessem ênfase ao tão pouco lembrado património rural, onde aldeias, lugares, quintas e casais escondem e ao mesmo tempo marcam as nossas verdadeiras raízes.
Gostaríamos de uma maior visibilidade nos fontanários, minas de água e lavadouros, muitos deles tapados com caniços e silvas e em que muitos cruzeiros, coretos e pontes romanas precisam de arranjos urgentes, bem como igrejas, paços e antigos conventos, assim como casas senhoriais, palacetes e as adegas que ainda restam.
Terminamos não sem antes e se nos permitem ditar um sonho, que era juntar todo esse valioso património a uma actividade também ela nosso património, que é a cultura do vinho e da vinha, que se mantém em actividade embora em anos de transição (do granel sem qualidade para o engarrafado com qualidade e certificado), com parcerias e investimentos públicos e privados se conseguiria relançar o nosso interior rural.
Estamos certos que qualquer torriense, quer ele esteja junto ao mar, na cidade ou no interior, também o deseja mais moderno, visitado e vivido, com a sua actividade agrícola enaltecida, à semelhança de outras regiões vitivinícolas europeias.»
*
O ponto de partida deste texto foi a reportagem do jornal BADALADAS de 24 de Dezembro de 2010 que reproduzimos em imagem scanizada:
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O vasto e variado Património espalhado pelo nosso concelho é uma das nossas preocupações. Não o temos referido porque o grupo de trabalho é muito pequeno e não conseguimos chegar até onde gostaríamos. Há um vasto campo de acção, a começar por levantamentos fotográficos actualizados e de qualidade, inventariação e catalogação dos espécimes, passos iniciais necessários para a preservação. Já há coisas feitas nesse campo, mas falta uma coordenação geral e articulada com os poderes autárquicos.
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Chafariz dos Canos
04 janeiro 2011
PATRIMÓNIOS 3
As casas devolutas no Centro Histórico
[Publicado no jornal “Badaladas”, em 30 de dezembro de 2010]
Rui Matoso
A existência de inúmeros[1] imóveis devolutos no interior do Centro Histórico, e de muitos outros no centro da cidade ou espalhados por Torres Vedras é uma realidade incontestável e um sinal da ausência prolongada de medidas que motivem a reabilitação para fins de revitalização urbana e social.
Os imóveis encontram-se nesta situação decadente porque, por um lado, os seus proprietários não cumpriram os deveres de conservação nem evitaram a sua deterioração, e por outro a Câmara Municipal também não exerceu, durante a última década, a fiscalização e o incentivo necessário à reabilitação dos mesmos. A autarquia, enquanto entidade administradora do município deve ter fundamentalmente um papel facilitador e pro-activo na persecução do interesse público, mas exercendo quando necessário o poder coercivo previsto na lei.
Contudo, no que respeita à aplicação do programa REHABITA 2000/2001 no Centro Histórico, apenas um proprietário conseguiu proceder às obras de reabilitação do seu imóvel. Neste aspecto, o diagnóstico do processo de revisão do «Plano de Pormenor de Reabilitação do Centro Histórico da Cidade de Torres Vedras» (PPRCHTV, 2002) revela que este «não apresenta o grau de desenvolvimento sócio-económico e de requalificação urbanística que seria expectável face aos objectivos do Plano (PPRCHTV, 1992) (…) o deficiente grau de execução do Plano em muitos domínios, designadamente ao nível da requalificação dos espaços públicos teve consequências sobre a qualidade global da área e tornou mais difícil a promoção da reabilitação dos edifícios por parte dos particulares (p. 159).
Certo é que a necessidade de reabilitar o edificado é grande, até porque a aposta na construção nova tem significado o aumento dos devolutos. Esta situação tem sido responsável por encher o país de betão e casas, sem resolver o problema das carências habitacionais em termos quantitativos e qualitativos, bem como pela construção desordenada no território e degradação da qualidade de vida das cidades.
O reduzido número de casas disponíveis para arrendamento penaliza sobretudo os mais pobres, os mais jovens e os idosos. E, numa situação de grave crise social como a que enfrentamos é fundamental responder a este problema, dinamizando o mercado de arrendamento a preços acessíveis. Para esse fim seria importante incentivar os proprietários através de um programa de apoio à reabilitação urbana, integrando-se posteriormente os imóveis assim reabilitados numa bolsa de habitação para arrendamento a preços controlados.
Após quase duas décadas do primeiro PPRCHTV (1992) e apesar da existência de alguns casos de renovação de uso de devolutos no Centro Histórico, é necessário e urgente alargar o espectro da intervenção e observar a existência de uma forte interdependência entre a reabilitação dos imóveis e a revitalização urbana em geral, pois em ambos os processos existe uma retroacção entre causa e efeito que deve ser tida em consideração no ecossistema urbano. Por exemplo, a vitalidade sócio-cultural e o aumento do associativismo ou da participação cívica estruturada requer e possibilita a dinamização de novos espaços (devolutos), que por sua vez ganham novos usos e habitantes. Neste caso, como em geral na definição de políticas, é preciso reconhecer e fomentar a (bio)diversidade e a qualificação dos agentes, motivando e exigindo-se ao mesmo tempo o mérito e a responsabilidade na utilização de meios públicos.
Em suma, para além do uso habitacional ou comercial “clássico”, os prédios devolutos ou expectantes podem desempenhar um papel social, cultural e económico relevante para a qualidade de vida na cidade. Consoante as condições de habitabilidade, o uso socialmente diverso de espaços devolutos pode originar oportunidades tais como: arrendamento habitacional a preços acessíveis; desenvolvimento de projectos no âmbito da economia social; espaços destinados a práticas artísticas, culturais e criativas emergentes; oficinas/loja de artesanato local; locais de ensaio para projectos musicais; acolhimento de novas associações ou grupos informais; projectos temporários...
[1] Os números encontrados referentes a imóveis devolutos nos documentos são bastante díspares. Em “Leitura Sociológica do Centro Histórico- Estudo – Doc. II – Resultados Estatísticos” (Andrade Santos e Nuno A.S., 2003) contam-se 270 (no total das tipologias). Em “Torres ao Centro” (CMTV, 2010), são referidos apenas 33. No “Plano de Pormenor de Reabilitação do Centro Histórico de Torres Vedras Processo de Revisão – Fichas do Edificado”. (CMTV, 2010), estão inventariados 78 devolutos.
24 dezembro 2010
BOAS FESTAS
Claustro do Convento do Varatojo, com glicínia centenária
BOAS FESTAS
a todos os visitantes,
amigos e interessados
na defesa do Património
de TORRES VEDRAS.
A Direcção da ADDPCTV
15 dezembro 2010
PATRIMÓNIO VIVO

As pessoas são o património mais importante de uma sociedade. Dizer isto, assim, é uma evidência mas pode ser mal entendida porque o conceito de "património" é aplicado correntemente a certos edifícios, a vestígios históricos, a tradições etnográficas ou a manifestações culturais consideradas relevantes.
Mas todo esse acervo patrimonial nada significa sem as pessoas que estiveram na sua origem ou que usufruem dele.
Isto vem a propósito de um desabafo que alguém nos transmitiu através do facebook e que nos sensibilizou por vir ao encontro do que já sentimos há muito tempo. De facto, temos tendência para relevar o património edificado e esquecer o património humano. Referimo-nos à preservação da memória de pessoas que deixaram marcas, quer pela actividade profissional quer por actos de altruismo ou de cidadania.
Esse é também um campo de acção que uma Asociação de Defesa e Divulgação do Património deve abordar: contribuir para a preservação da memória do património vivo que são as pessoas.
Em breve voltaremos ao assunto.
Para já, e porque se trata de textos públicos, transcrevemos o escrito que deu origem a este comentário, bem como a nossa resposta. É no diálogo que começa a preservação do Património.
Luisa Martins escreveu:
"BOM DIA ...Torres Vedras, minha cidade natal e dos meus antepassados...MEU AVÔ PATERNO,então Juiz da Comarca do Tribunal de Torres Vedras, de seu nome , Francisco de Carvalho Martins, muito fez pela cidade... doando à Câmara desta cidade terrenos , todo o terreno da Escola Henriques Nogueira, as pracetas , onde puseram o busto do Dr Vilela, tb a de cima...e muito mais...A QUINTA de Santana onde o avô vivia, onde existia uma enorme Palmeira...Que está agora em frente ao TRIBUNAL...NEM UMA PLACA ALUSIVA AO DR FRANCISCO CARVALHO MARTINS , puseram...Nomes de Ruas há IMENSAS...de pessoas que nada fizeram pela Cidade...O DR JUIZ CARVALHO MARTINS, NEM NOME DE RUA NEM BUSTO ... POR ISSO MEUS SRS...NÃO TENHO ORGULHO NENHUM DE SER TORREENSE, NEM TÃO POUCO TODA A FAMÍLIA...HÁ MAIS: O MEU PAI FRANCISCO MARTINS OFERECEU TERRENO PARA O JARDIM ESCOLA JOÂO DE DEUS...ONDE ESTÁ O NOME DELE...E DEU DE COMER A MUITA GENTE...ALMA GENERORA COMO O SEU PAI . ENFIM AS PESSOAS TÊM A MEMÓRIA CURTA..".E A INVEJA É O NOSSO MAIOR INIMIGO " sempre foi e será...BOM DIA ,UM BEM HAJA PARA QUEM QUER QUE SEJA OU SEJAM...Quis partilhar convosco as injustiças de quem vive em cidades pequenas...NÃO DEIXO de ser Torreense, mas uma Torreense com mtas máguas!!!"
A nossa resposta:
O seu desabafo bateu fundo em nós. Um dos aspectos que queremos tratar na nossa actividade de defesa e divulgação do Património tem a ver com AS PESSOAS e a sua HISTÓRIA, o património mais importante da sociedade. Temos um projecto em mente há muito tempo, mas somos poucos e não conseguimos dar conta de tanto que há para fazer. Trata-se de preservar as memórias de quem aqui viveu e marcou o seu tempo.
As suas palavras mostram como esse é um campo vasto que precisa de ser cultivado. Faz-nos impressão que a memória colectiva não preserve a lembrança de antigos e bons professores, médicos, sacerdotes, industriais, comerciantes e cidadãos aparentemente anónimos - estou a lembrar-me de operários da Casa Hipólito, por ex. - que morreram e foram rapidamente esquecidos. Porque ninguém os lembra...
Obrigado por nos interpelar!
Gravuras tiradas de http://www.museulourinha.org/pt/etno_prof_4.htm
14 dezembro 2010
12 dezembro 2010
CENTRO INTERPRETATIVO DO FORTE DA FORCA: 4 a 4,5 MILHÕES DE EUROS!
A questão é importante por vários motivos:
1º - Os Municípios integrantes da Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres Vedras deveriam ter coordenado a sua participação de forma muito mais eficiente. As comemorações viveram as sabor do improviso, sem articulação mútua. A famosa Rota Histórica das Linhas de Torres Vedras que deveria de ter sido inaugurada em Novembro passado, está por concluir...
2º - Do site RHLT retirámos hoje o seguinte texto:
"Candidatura MFEEE
Em 2001/2002, o IPPAR - Instituto Português do Património Arquitectónico e os seis Municípios que actualmente compõem a Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres (PILT) acordaram desenvolver um Programa para a Salvaguarda, Recuperação e Valorização das Linhas de Torres Vedras. Este Programa não foi executado devido à inexistência de fontes de financiamento.
Em 2006, a DGEMN - Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais assumiu a coordenação do projecto, conferindo-lhe uma nova orientação e denominação: RHLDTV - Rota Histórica das Linhas Defensivas de Torres Vedras. A 10 de Maio, desse ano, foi elaborada e apresentada uma candidatura ao MFEEE - Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, cujos Estados doadores são Islândia, Liechtenstein e Noruega. É promotor desta candidatura, em representação da PILT, o Município de Torres Vedras. Ainda em 2006, a 16 de Outubro, foi constituída a PILT - Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres, entre os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.
A 13 de Dezembro de 2007 foi assinado o Contrato de Financiamento ao Abrigo do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu. Ficou definido um financiamento de 1.494.220€, o que representa uma taxa de comparticipação de 74,11% sobre o montante da candidatura, mas apenas 24,46% sobre os custos totais estimados do projecto (não incluindo o Centro de Interpretação de Torres Vedras, cujo orçamento próprio oscila entre os 4 a 4,5 milhões de euros). Este financiamento é para o período 2007-2011.
O Projecto em Números
Reabilitação de estruturas militares: 887.242€
Aquisição de terrenos e edifícios: 54.500€
Centro de interpretação e acolhimento: 734.762€ (não inclui CI Torres Vedras)
Infra-estruturas de apoio ao visitante: 164.695€
Promoção Turística: 139.998€
Comunicação/divulgação: 35.022€
O estado da execução do projecto é de cerca de 40% das acções, em Outubro de 2009.»
A leitura deste texto é elucidativa. Repare-se nas datas e na falta de actualização dos dados. Aliás, o site parece uma daquelas casas abandonadas a meio do almoço: fica tudo em cima da mesa, a encher-se de pó...
Depois, veja-se a previsão de custos do Centro Interpretativo de Torres Vedras (o tal que querem implantar no Forte da Forca): 4 a 4,5 milhões de Euros, não incluídos no "Contrato de Financiamento ao Abrigo do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu".
10 dezembro 2010
AINDA O COMÉRCIO TRADICIONAL...
Torres Vedras, Rua da Cruz, 2010
Para a discussão sobre o nosso Centro Histórico e o comércio tradicional podemos ver AQUI um valioso contributo de Francisco Rodrigues.
Um blogue a seguir com atenção: http://maisvaletardedoquenunca.blogspot.com/
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Comércio tradicional
07 dezembro 2010
COMÉRCIO TRADICIONAL NOS CENTROS HISTÓRICOS
Uma das preocupações da Associação de Defesa do Património é a decadência do comércio tradicional no Centro Histórico de Torres Vedras. Todos os dias fecham lojas. Em contrapartida o Shopping Arena está sempre cheio de gente - embora não haja muitos compradores...
Hoje o jornal PÚBLICO traz uma abordagem interessante sobre o problema do comércio tradicional em Lisboa e possíveis formas de o revitalizar. Vale a pena ler. AQUI.
No entanto, há que ver o chamado " Contraditório", para abarcar a totalidade do problema.
Como se vê no seguinte comentário, encontrado num blogue que abordou este assunto.
( Micael Sousa, blogue A BUSCA DA SABEDORIA):
Esta defesa do comercio tradicional que passa pelo encerramento dos hipermercados, mais do que defender o próprio comercio tradicional afecta sim os consumidores.
Hoje em dia cada vez mais pessoas, tendo em conta as mutações e alterações sociais, somente podem fazer as suas compras ao domingo. Que eu saiba, o comercio tradicional não abre ao domingo e até horas mais tardias. Assim quem fica prejudicado é o cidadão. Aliás, esta proibição, como todos temos assistido tem beneficiado os supermercados que seguramente não são comercio tradicional. Basta ver como se espalharam e cresceram como cogumelos por todo o país e como se enchem com cidadãos que fazem as suas compras aos domingos.
O Estado tem o dever de atender às necessidades dos seus cidadãos e não a interesses corporativos ou sectoriais. Mesmo que isso possa prejudicar o comercio tradicional o interesse e bem comum está em primeira plano.
Há que recorda que aquilo que hoje é comercio tradicional, no passado, já foi comercio de vanguarda.
Muitos comerciantes já estão a optar por ter as lojas abertas aos fins-de-semana. É uma saída pois poderão ter folga durante a semana. A velha história de que os fins-de-semana são necessários para a família já não colhe na sociedade de hoje, tudo se alterou e não se pode passar a vida a chorar sobre o leite entornado...
J. Moedas Duarte
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Centros Históricos,
Comércio tradicional
06 dezembro 2010
CENTROS HISTÓRICOS - IV FORUM EM CASCAIS
Realizou-se em Novembro mas só agora tivemos conhecimento.
O Programa era o que segue:
O Programa era o que segue:
IV Fórum Ibérico sobre
Centros Históricos
CASCAIS
17 NOVEMBRO ‘10
09h30 Sessão de Abertura
Presidente da Câmara Municipal de Cascais | Dr. António Capucho
Reitor da Universidade Lusíada | Prof. Doutor Eng. Diamantino Durão
Presidente da Archival – Espanha | Dr. José Luís Lliso Ruiz
Director Centro de Investigação em Património da Universidade Lusíada
Prof. Doutor Santos Pinheiro
10h00 Paisagem Histórico-Urbana
Professora Mónica Añon – Presidente do Comité Científico Internacional
de Paisagens Culturais. ICOMOS-ISLA
10h30 Pausa Café
11h00 Rehabilitacion de Edificios Emblemáticos en la
Comunitat Valenciana
Arquitecto Salvador Vila – Director Rehabilitación del Monastero de la Valdigna
12h00 Refuncionalização dos Centros Históricos
Professor Vasco Pinheiro – Universidade Lusófona
13h00 Almoço Livre
14h30 Visita à Cidadela de Cascais
16h30 As Intervenções na Cidadela de Cascais – MESA REDONDA
Arquitectos Gonçalo Byrne, Cristina Guedes, Pedro Vaz e Miguel Arruda
18 NOVEMBRO ‘10
09h30 La Rehabilitacion de los Barrios Ciutat Vella y Ruzafa,
de la Generalitat Valenciana
Arquitecto Director Cezar Jemenez Alcaniz – Generalitat Valenciana
10h30 Paisajes Culturales. Caso de los Paisajes Industriales
Professora Angeline Trachana – Universidade de Madrid
11h30 Pausa Café
12h00 Núcleos Históricos de Faro – O Caso do Bairro Ribeirinho
Arquitecto Armando Cochado Silva – Câmara Municipal de Faro
13h00 Almoço Livre
14h30 Arqueologia Urbana e os Centros Históricos em Portugal
– Exemplos de Projectos com Impacto na Qualidade de Vida e
Quotidiano das Cidades
Professor Francisco Sande Lemos – Universidade do Minho
15h30 Santa Clara a Velha, Coimbra - Um Exemplo de Recuperação
Arqueológica e Arquitectónica
Mestre Artur Corte Real – Direcção Regional de Cultura do Centro
16h30 Pausa Café
17h00 La Geofísica Aplicada como Metodo de Cartografiado del Subsuelo
Professor Francisco Garcia Garcia – Universidade Politécnica de Valência
19 NOVEMBRO ‘10
09h30 Levantamento, Inspecção e Diagnóstico: Abordagens Metodológicas
Professor Paulo Lourenço – Universidade do Minho
10h30 Vila Viçosa - Novas Perspectivas de Gestão do Património
Urbano: Planos Estratégicos e Distritos Culturais
Dr. Licínio Lampreia – Câmara Municipal de Vila Viçosa
11h30 El Color Urbano y su Relación com la Estrutura
Social de la Ciudad Histórica
Professora Angela Codoñer – Universidade Politécnica de Valência
13h00 Sessão de Encerramento
PATRIMÓNIO 2
AINDA A PROPÓSITO DE "BRINCAR ÀS CASINHAS"
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O nosso associado e membro da Direcção, José Pedro Sobreiro, responde a Nuno Gonçalves (artigo na imagem de cima).
Sem polémica estéril, centra a questão onde ela deve estar: na ambiguidade dos regulamentos sobre o Centro Histórico.
A reconstrução do edifício em causa está de acordo com as normas legais. Mas isso basta?
------------------------
CONSERVAR OU ALTERAR?
Na edição anterior deste jornal foi publicado um artigo da autoria do senhor Nuno Gonçalves, como reacção ao nosso texto aqui publicado, intitulado “Brincar às casinhas”, e naturalmente, em defesa própria, já que se trata (ficámos a saber) do dono da obra.
Este escrito pretende, pois, ser uma resposta ao referido artigo com a finalidade de esclarecer o teor da nossa intenção e o objectivo que nos levou a escrever.
Desde logo, importa retirar quaisquer traços de polémica pessoal, tanto mais que se trata de pessoa que muito prezamos. Nunca nos moveu, em mais trinta anos de acção de defesa do património, qualquer intuito de desconsiderar pessoas, ainda que não tenhamos os mesmos pontos de vista. O que existem são diferentes visões do que deve ser a intervenção em centros históricos. Nós temos a nossa e dela tentamos dar testemunho.
Quanto aos argumentos apresentados, no entanto, constatamos que na sua legítima resposta o empreendedor não contradiz nada da análise por nós apresentada, isto é, que foram alterados elementos, que não foi respeitada o carácter do edifício, em suma de que se tratou de uma reconstrução e não da recuperação do edifício, como referiu.
A sua defesa funda-se, antes, numa argumentação de tipo emocional, que valoriza a iniciativa, o empreendimento, a vontade de intervir num espaço que continua a degradar-se. Sem dúvida que são argumentos consideráveis que respeitamos e louvamos. Admitimos, mesmo, que terá faltado esse reconhecimento, da nossa parte, o que agora talvez possamos remediar.
Só que pensamos que esse mesmo esforço de revitalização pode e deve ser feito com outras exigências, enquadrado em parâmetros mais claros e respeitadores da memória da cidade histórica.
No fundo, o essencial da nossa abordagem prendia-se com a questão do Regulamento do Plano de Reabilitação do Centro Histórico e da sua implementação. Era isso que queríamos e queremos questionar!
Resumindo: - O Centro Histórico é constituído por centenas de edifícios que foram classificados de acordo com o seu valor patrimonial, definindo-se para cada categoria o grau e o tipo de intervenção a que pode ser sujeito.
Sendo o edifício em causa classificado como “DE ACOMPANHAMENTO”, categoria largamente maioritária, dispunha das seguintes possibilidades: conservação; reabilitação; alteração; reconstrução e ampliação, pressupondo esta ordem uma clara indicação de prioridades.
Ora com uma tão larga amplitude de opções, desde o restauro à reconstrução, isto é, desde a conservação do que existe até á sua demolição e nova construção – que foi o que aconteceu - infere-se que a opção a tomar será ditada por uma análise das características e do estado do imóvel, que é feita por alguém que decide e autoriza.
Para além de discordarmos da classificação, que junta no mesmo saco edifícios de qualidade e significado bastante diferente, o que gostaríamos de saber era a resposta a estas questões - concretamente o que levou a que a que não se conservasse ou reabilitasse e se optasse pela reconstrução e alteração. Respostas a serem dadas por quem gere o Plano e as intervenções pontuais.
Continuaremos à espera,
E recordamos, a nossa preocupação não se confina apenas a este caso mas estende-se a casos futuros, uma vez que são mais de duas centenas de edifícios que pertencem à mesma categoria.
O que equivale a dizer que, com esta atitude, pouco restará, dentro em breve, de histórico no Centro “Histórico”.
J.P.Sobreiro
IMAGENS DA SESSÃO DE 3 DE DEZEMBRO
Para o nosso arquivo.
Obrigado ao Joaquim Ribeiro, do jornal BADALADAS, que nos facultou as fotos.
Obrigado ao Joaquim Ribeiro, do jornal BADALADAS, que nos facultou as fotos.
Na mesa: Carlos Guardado, Joaquim Moedas Duarte e Carlos Bernardes
05 dezembro 2010
DIREITO DE RESPOSTA
(Clicar para aumentar)
O Sr. Nuno Gonçalves ficou desapontado com a nossa opinião sobre a reconstrução do seu prédio da Rua Dias Neiva ( ver post de 4 Novembro 2010). Está no seu direito, que respeitamos, inserindo aqui o texto que fez publicar no jornal BADALADAS no passado dia 3 de Dezembro:
Não queremos polemizar com o Sr. Nuno. No entanto é natural que o seu texto nos suscite mais algumas reflexões. O Centro Histórico de Torres Vedras não é uma questão de fácil abordagem, bem sabemos. Já alguém disse que gerir Património Histórico é gerir conflitos...
Brincar às casinhas
Nuno Gonçalves
E esta hem; andava eu todo inchado com os inúmeros elogios recebidos pela obra feita e eis que um ilustre senhor da Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural (ADDPC) da nossa cidade vem, com honras de jornal, que outros também inseridos na mesma zona histórica, talvez por esquecimento não mereceram, clamar que eu fiz borrada: alterei profundamente os elementos arquitetónicos(?) aumentei a cércea, não reconstrui a trapeira e inventei as chaminés algarvias.
Em suma, devia ter deixado tudo como estava para respeitar a morfologia e tipologia dos edifícios contíguos, para daqui a uns anos, digo eu, se transformar aquela zona no parque automóvel do chafariz dos Canos.
Desconhece aquele senhor que, não fora alguma condescendência, reconheço, das entidades responsáveis e a demolição do edifício com paredes de 90 cms de espessura, não teria sido possível criar, em área tão reduzida, as condições mínimas de habitabilidade não sonhadas há 200 anos.
Bem apoiado por um arquitecto, que muito prezo, e por uma equipa de pedreiros e carpinteiros competentíssimos, recuperei, com muito prazer e carinho e não a brincar, um imóvel muito degradado, obra de que gosto muito e que tem merecido os maiores aplausos de quem por ali passa.
O ilustre membro da ADDPC não gosta, paciência, deixa de passar naquela rua, tem felizmente muitas alternativas. Enfim, recordando uma frase do meu tio: "é difícil ser prior de semelhante freguesia".
Enquanto uns se empenham em repovoar a nossa abandonada e degradada zona histórica, outros entretêem-se, com preciosismos líricos, em fazer precisamente o contrário.
Feitios...
Não queremos polemizar com o Sr. Nuno. No entanto é natural que o seu texto nos suscite mais algumas reflexões. O Centro Histórico de Torres Vedras não é uma questão de fácil abordagem, bem sabemos. Já alguém disse que gerir Património Histórico é gerir conflitos...
04 dezembro 2010
VER NA PÁGINA "TEXTOS DE APOIO"
Um texto pertinente e atual:
TURISMO E PATRIMÓNIO
Do blogue: http://www.cafeportugal.net/
Património é encarado «mais como um custo e menos como um investimento»
TURISMO E PATRIMÓNIO
Do blogue: http://www.cafeportugal.net/
Património é encarado «mais como um custo e menos como um investimento»
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Turismo e Património
A SESSÃO DE ONTEM
Foto de 1954
1 . fundamentar a prioridade absoluta da intervenção no Chafariz dos Canos;
2 . reforçar o alerta sobre a degradação vergonhosa a que chegou este Monumento e a sua
envolvente;
3 . informar sobre os Projectos existentes na Câmara Municipal para resolver a situação.
O presidente da Associação, Joaquim Moedas Duarte, abordou a realização deste encontro à luz da legislação que rege a defesa do Património, nomeadamente o seu artigo 10º (Estruturas Associativas de Defesa do Património Cultural). Fez um beve historial das promessas autárquicas e dos adiamentos das obras do Chafariz, e apresentou um conjunto de imagens, algumas delas pouco conhecidas e outras com grandes planos elucidativos do estado de degradação do Monumento.
Seguiu-se uma abordagem histórica, a cargo de Carlos Guardado, presidente da Assembleia Geral da Associação, que nos trouxe tudo o que hoje se sabe sobre este Monumento medieval.
Para o terceiro objectivo convidámos Carlos Bernardes, vice-presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, que informou:
- o restauro "é uma prioridade absoluta", a par da requalificação do Largo envolvente
- a Câmara está em contacto permanente com o IGESPAR para o restauro do Monumento,
procurando a melhor empresa na área deste tipo de trabalho
- o concurso para a obra de restauro vai ser lançado este mês (Dezembro de 2010)
- a obra deverá iniciar-se o mais tardar no próximo verão
- a requalificação do Largo está integrada no projecto Torres Ao Centro
- a Câmara está em negociações com o proprietário do edifício do lado poente, a fim de se encontrar uma solução para o estado deplorável em que se encontra
- as intervenções devem ter em conta a necessidade de articular os três pontos históricos daquele Largo: o Chafariz, o Passo da Procissão dos Passos e os vestígios da muralha medieval.
A assistência - trinta pessoas - participou no debate final, pondo questões à Mesa.
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Sessão sobre o Chafariz dos Canos
03 dezembro 2010
CUIDEMOS DO QUE É NOSSO. ANTES QUE SEJA TARDE.
CHAFARIZ DOS CANOS – PRIORIDADE ABSOLUTA
SESSÃO PÚBLICA HOJE – 3 DE DEZEMBRO, 21 h –
NO AUDITÓRIO MUNICIPAL DA AV. 5 DE OUTUBRO.
A Associação do Património tem insistido vezes sem conta na necessidade de restaurar este Monumento Nacional e de requalificar o espaço envolvente. É intolerável o estado de abandono e desleixo em que se encontra e disso nos dão conta muitas pessoas que connosco se cruzam. É certo que existem projectos na Câmara mas não têm passado disso mesmo.
Repare-se: em Agosto de 2009 o grande destaque no BADALADAS era o anúncio do Presidente da Câmara de que as obras no Chafariz iriam ter início em Outubro desse ano e tal era apresentado como resposta aos alertas da Associação do Património. Não passou da intenção.
Em Abril de 2010, também com destaque de 1ª página neste jornal, o Presidente Carlos Miguel apresentava justificações para o atraso no arranque das obras e tranquilizava a repórter do jornal que se afoitou em assegurar: “o prazo de execução da obra será de três meses e deverá estar concluída até ao final do ano”.
O ano está a chegar ao fim e aquele nobre Monumento continua em apagada e vil tristeza. Até quando?
Não sabemos se a crise e as reduções de dotação financeira do Estado vão constituir desculpa para mais um atraso. O que não podemos é contemporizar com alterações de prioridades que venham a deitar para data incerta o início urgente das obras.
É oportuno recordar excertos do que propusemos no nosso Parecer sobre a Revisão do Plano do Centro Histórico, emitido em Outubro de 2006:
«Discordando do que é afirmado na página ---- onde se diz não possuir o centro histórico de Torres Vedras um monumento significativo - queremos lembrar que o Chafariz dos Canos é uma construção quase única no seu género, no país (pelo menos) e por isso merecedor de todos os cuidados e de toda a valorização que lhe possamos dedicar. Infelizmente a história recente do nosso desprezo por esta jóia patrimonial é sobejamente conhecida e não vamos aqui recordá-la. Impõe-se, no entanto, que não desperdicemos a oportunidade da revisão do plano para propor algumas medidas de salvaguarda e valorização que o monumento e o espaço que o envolve tanto reclamam. Assim, propomos um conjunto de acções de valorização.
· Proceder a um estudo aprofundado do seu estado de conservação, tendo em conta, designadamente, a erosão de alguns trechos escultóricos (capitéis, arquivoltas, etc), a sua estrutura construtiva (exame de comportamento das juntas) da sua cobertura, etc.,
· Proceder a diligências que permitam averiguar com a EDP da possibilidade de retirar o posto de transformação ainda instalado na parte traseira do edifício, designadamente para estudo arqueológico das suas fundações e canalização primitiva.
· Averiguar das possibilidades de resolver - com uma solução digna – a questão do abastecimento de água corrente, sem o qual o monumento perde a sua função e o seu simbolismo. Proceder à instalação de uma adequada iluminação monumental que o possa valorizar de noit
· Renovação do Largo Infante D. Henrique: a reposição do antigo tanque - bebedouro fronteiro ao Chafariz, retirado nos anos trinta, afigura-se hoje difícil, por falta de elementos iconográficos qualificados. Nos anos sessenta foi construído um espaço “ajardinado”, com canteiros que, em parte, impedem a visão integral do pavilhão gótico. Cremos ser a hora de libertar o pequeno espaço do largo de tal decoração, intervindo apenas a nível do pavimento. Para tal propomos que seja retirado os canteiros e se abra um pequeno espelho de água, com localização e planta semelhante ao tanque, de baixa profundidade, a fim de sublinhar o elemento água e de referenciar a peça que ali existiu. O efeito plástico desta instalação valorizaria em muito o monumento – sobretudo conjugado com a iluminação - sem contudo interferir com a sua imagem. Integrar neste arranjo as duas peças escultóricas decorativas (golfinhos) que pertenceram ao tanque se encontram actualmente no relvado fronteiro à capela de S. João.»
Por último recordamos as palavras que escrevemos num folheto de anúncio da Sessão de hoje – para a qual convidamos todos os que se preocupam com o nosso Património:
Chafariz dos Canos: memória de pedra. Está ali há mais de 600 anos. Vinte gerações de torrienses beberam dele. Peça arquitectónica única no país. Chegou até nós porque cuidaram dele. E a nossa geração? Diz-se que há projectos. Mas continuamos a vê-lo desfazer-se aos poucos. Cuidemos do que é nosso. Antes que seja tarde.
02 dezembro 2010
SESSÃO PÚBLICA
Foto em 1 Dezembro 2010
CHAFARIZ DOS CANOS
um longo passado...
Um triste presente...
Que futuro?
A presença de todos nós é necessária, para atingirmos os objectivos desta SESSÃO PÚBLICA
3 DEZEMBRO (SEXTA-FEIRA)
21 H. AUDITÓRIO MUNICIPAL
AV. 5 DE OUTUBRO
para a qual convidámos
o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras
Carlos Bernardes.
OBJECTIVOS:
. fundamentar a prioridade absoluta da intervenção no Chafariz dos Canos;
. reforçar o alerta sobre a degradação vergonhosa a que chegou este Monumento e a sua envolvente;
. informar sobre os Projectos existentes na Câmara Municipal para resolver a situação.
30 novembro 2010
SOBRE O CHAFARIZ DOS CANOS
O nosso associado Prof. Venerando de Matos colocou no seu blogue VEDROGRAFIAS um belo conjunto de postais antigos do Chafariz dos Canos, assim como um texto elucidativo sobre o mesmo tema.
A ver AQUI.
A ver AQUI.
27 novembro 2010
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